"Pensando na barriga": Prevenção de parasitoses intestinais pela transformação de hábitos de vida
ODS vinculados
- 2 - Fome Zero e Agricultura Sustentável
- 3 - Saúde e Bem-Estar
- 4 - Educação de Qualidade
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
Resumo
As enteroparasitoses estão intimamente associadas a variáveis demográficas, socioeconômicas e ambientais. Condições impróprias de higiene, alimentação, moradia e saneamento básico determinam a maior incidência e prevalência dessas enfermidades (Mackey et al., 2010).
Em países pobres e em desenvolvimento, as parasitoses intestinais permanecem ainda, como um grave dilema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas doenças são responsáveis por 2 a 3 milhões de mortes por ano no planeta. No Brasil, prevalecem em crianças na região Nordeste, onde as precárias condições de saneamento básico, alimentação, moradia e acesso aos serviços de saúde contribuem para a maior morbi-mortalidade (Vasconcelos et al., 2011).
A transmissão dos parasitos se dá pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos e cistos, bem como pela penetração cutânea das larvas de helmintos (Seixas et al., 2011). Logo, a contaminação da água potável, dos alimentos e do solo por coliformes fecais contendo o parasita, associados ao saneamento básico e à higiene pessoal precários, implicam certamente, no adoecimento (Ramos et al., 2020).
A maior incidência de enteroparasitismo em crianças se associa a diversos fatores, em especial à fragilidade imunológica, à maior dependência de cuidados, aos maus hábitos de higiene e à maior disponibilidade de nutrientes (Miranda et al, 2015).
No projeto Pensando na Barriga: Prevenção de Parasitoses Intestinais pela Transformação de Hábitos de Vida, busca-se contribuir com o combate às parasitoses intestinais por meio da educação em saúde para escolares, pais, tutores, cuidadores de crianças e para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), realizada através de palestras explicativas, adaptadas ao público-alvo, abordagem individual
Em países pobres e em desenvolvimento, as parasitoses intestinais permanecem ainda, como um grave dilema de saúde pública. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas doenças são responsáveis por 2 a 3 milhões de mortes por ano no planeta. No Brasil, prevalecem em crianças na região Nordeste, onde as precárias condições de saneamento básico, alimentação, moradia e acesso aos serviços de saúde contribuem para a maior morbi-mortalidade (Vasconcelos et al., 2011).
A transmissão dos parasitos se dá pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos e cistos, bem como pela penetração cutânea das larvas de helmintos (Seixas et al., 2011). Logo, a contaminação da água potável, dos alimentos e do solo por coliformes fecais contendo o parasita, associados ao saneamento básico e à higiene pessoal precários, implicam certamente, no adoecimento (Ramos et al., 2020).
A maior incidência de enteroparasitismo em crianças se associa a diversos fatores, em especial à fragilidade imunológica, à maior dependência de cuidados, aos maus hábitos de higiene e à maior disponibilidade de nutrientes (Miranda et al, 2015).
No projeto Pensando na Barriga: Prevenção de Parasitoses Intestinais pela Transformação de Hábitos de Vida, busca-se contribuir com o combate às parasitoses intestinais por meio da educação em saúde para escolares, pais, tutores, cuidadores de crianças e para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), realizada através de palestras explicativas, adaptadas ao público-alvo, abordagem individual