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Gênero, Masculinidades e Violência: Promoção da saúde de adolescentes no contexto Amazônico

Unidade
INSTITUTO DE CIENCIAS DA SAUDE
Subunidade
-
Coordenador
ALESSANDRA CARLA SANTOS DE VASCONCELOS CHAVES
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 3 - Saúde e Bem-Estar
  • 4 - Educação de Qualidade
  • 5 - Igualdade de Gênero
  • 10 - Redução das Desigualdades
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Resumo

As relações de gênero são socialmente e historicamente construídas, reproduzidas no indivíduo desde a infância e afetando a vida de todas as pessoas nos campos sexual, afetivo, profissional e social, sendo que o modelo patriarcal de dominação gera desigualdade de gênero e afeta a saúde dos homens, mas também leva a resultados negativos para mulheres e crianças, como por exemplo, na forma de violência, infecções sexualmente transmissíveis, gravidez imposta e paternidade ausente. Por isso, para se prevenirem as diversas formas de violência, bem como entendermos a maneira como os indivíduos representam sua saúde, é essencial compreendermos como as relações de gênero acontecem na sociedade brasileira. Nesse sentido, busca-se promover ações em saúde envolvendo adolescentes, homens e mulheres, entre 11 e 19 anos de uma escola pública de Belém-Pará, bem como discentes, docentes e corpo técnico da Universidade Federal do Pará. Para tanto, serão realizadas oficinais, seminários, roda de conversa, dentre outros, e os mais variados recursos metodológicos, levando em consideração as diversas formas de linguagem que permitem ao estudante expressar uma série de sentimentos, possibilitando a construção do conhecimento pela ação e reflexão. Espera-se que os(as) adolescentes sejam capazes de exercer uma visão crítica sobre a temática, repensando e questionando suas atitudes e comportamentos, e que os profissionais das mais diversas áreas do conhecimento, possam pensar em estratégias de atenção/cuidados específicos para os(as) jovens, fazendo-os refletirem sobre desigualdades sociais e de gênero, aumento do controle sobre sua saúde (autocuidado), possibilitando a busca de uma adolescência saudável.