LETRAMENTO RACIAL CRÍTICO NA AMAZÔNIA: Círculos de diálogos sobre cor e lugar.
ODS vinculados
- 4 - Educação de Qualidade
- 5 - Igualdade de Gênero
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- 14 - Vida na Água
- 15 - Vida Terrestre
Impacto na Amazônia
- Comunidades Tradicionais – Ações com Povos Indígenas ou Originários
- Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas
- Comunidades Tradicionais – Ações com Ribeirinhos
- Políticas Públicas – Apoio à Formulação
Resumo
O Programa Direitos Humanos, Infâncias e Diversidade no Arquipélago do Marajó (DHIDAM), da Faculdade de Serviço Social do Campus Universitário do Marajó (FACSS-CUMB), desde 2016, a partir de momento formativos e socioeducativos vem refletindo sobre o que é Ser Negro no Marajó junto a crianças e adolescentes, mulheres mães, profissionais da do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes e os discentes dos diferentes cursos do CUMB, como Pedagogia, Serviço Social, Letras, Matemática e Ciências Naturais. A fim de seguirmos novos encaminhamentos e incluir outros municípios além de Breves, alcançando Melgaço, Portel e Curralinho de modo presencial e os demais da Amazônia paraense de modo remoto objetivamos capacitar os profissionais que atuam nas diferentes políticas públicas sobre como devem atuar, organizar, planejar, executar e pautar o debate étnico-racial em suas instituições. Portanto, a presente proposta visa promover Letramento Racial Crítico tomando como principal direcionamento e ponto de chegada a diversidade étnico-racial da Amazônia, sobretudo da Amazônia paraense marajoara, considerando as diferentes experiências em ser negro, quilombolas, indígenas, ribeirinhos e brancos em uma região tomado no imaginário nacional como um vazio populacional.