Educação Antirracista na formação de professores e professoras por uma perspectiva negra decolonial brasileira
ODS vinculados
- 4 - Educação de Qualidade
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
Impacto na Amazônia
- Políticas Públicas – Apoio à Formulação
Resumo
O projeto de extensão Educação Antirracista na formação de
professores e professoras por uma perspectiva negra decolonial
brasileira tem como centralidade a descolonização e emancipação
epistemológica e pedagógica como provocada nas reflexões de diversos
intelectuais negros, a exemplo do pensamento de Nilma Lino Gomes, Silvio
Almeida, Lélia Gonzalez e Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. É notória a
contribuição dos movimentos sociais, especialmente o Movimento Negro,
pelos avanços teórico-metodológicos obtidos nas últimas décadas que
decorrem de mobilizações e discussões mais avançadas a respeito da
necessidade de que o debate antirracista seja a diretriz na formação de
todas as profissões e, sobretudo dos professores e professoras; visto que
vivemos em um país reconhecidamente racista atestado pelos índices e
dados oficiais e pelas situações reais vivenciadas pela maioria da
população. Entretanto, a predominância étnico-racial da população
afrodescendente não se expressa nos bancos escolares e de universidades
públicas, em postos de trabalho com melhor remuneração, na
representação política em cargos eletivos; ao contrário, representa a
maioria da população sem acesso ou com dificuldade para acessar as
políticas públicas; assassinada e encarcerada. É urgente e indispensável a
execução de atividades como aulas, seminários, círculos de leitura,
preparação de material didático, visitação em monumentos e lugares com
identidade racial para a formação de professoras e professores. Dessa
maneira, além de promover mudanças significativas na maneira como os
participantes se autoidentificam em uma sociedade marcada pelo racismo
estrutural, o projeto intenciona reafirmar a formação antirracista de
discentes de graduação da UFPA e professores da rede pública.
professores e professoras por uma perspectiva negra decolonial
brasileira tem como centralidade a descolonização e emancipação
epistemológica e pedagógica como provocada nas reflexões de diversos
intelectuais negros, a exemplo do pensamento de Nilma Lino Gomes, Silvio
Almeida, Lélia Gonzalez e Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva. É notória a
contribuição dos movimentos sociais, especialmente o Movimento Negro,
pelos avanços teórico-metodológicos obtidos nas últimas décadas que
decorrem de mobilizações e discussões mais avançadas a respeito da
necessidade de que o debate antirracista seja a diretriz na formação de
todas as profissões e, sobretudo dos professores e professoras; visto que
vivemos em um país reconhecidamente racista atestado pelos índices e
dados oficiais e pelas situações reais vivenciadas pela maioria da
população. Entretanto, a predominância étnico-racial da população
afrodescendente não se expressa nos bancos escolares e de universidades
públicas, em postos de trabalho com melhor remuneração, na
representação política em cargos eletivos; ao contrário, representa a
maioria da população sem acesso ou com dificuldade para acessar as
políticas públicas; assassinada e encarcerada. É urgente e indispensável a
execução de atividades como aulas, seminários, círculos de leitura,
preparação de material didático, visitação em monumentos e lugares com
identidade racial para a formação de professoras e professores. Dessa
maneira, além de promover mudanças significativas na maneira como os
participantes se autoidentificam em uma sociedade marcada pelo racismo
estrutural, o projeto intenciona reafirmar a formação antirracista de
discentes de graduação da UFPA e professores da rede pública.