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SER NEGRO NO MARAJÓ: O AUDIOVISUAL NO COMBATE AO RACISMO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DOS MUNICÍPIOS DE BREVES E MELGAÇO.

Unidade
CAMPUS UNIVERSITARIO DO MARAJO - BREVES
Subunidade
-
Coordenador
JACQUELINE TATIANE DA SILVA GUIMARAES
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 4 - Educação de Qualidade
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Impacto na Amazônia

  • Comunidades Tradicionais – Ações com Povos Indígenas ou Originários
  • Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas
  • Comunidades Tradicionais – Ações com Ribeirinhos

Resumo

O projeto de extensão SER NEGRO NO MARAJÓ: O AUDIOVISUAL NO COMBATE AO RACISMO NAS ESCOLAS PÚBLICAS DOS MUNICÍPIOS DE BREVES E MELGAÇO se constitui em uma proposta do Programa Direitos Humanos, Infâncias e Diversidade do Arquipélago do Marajó (DHIDAM), pertencente a Faculdade de Serviço Social do Campus Universitário do Marajó/Breves (FACSS/CUMB/UFPA), que está no seu oitavo ano de execução promovendo debates sobre a história do negro no Brasil, na Amazônia e no Marajó com crianças, jovens e adultos de escolas públicas, de instituições de ensino superior e com moradores dos bairros periféricos de municípios como Breves, Portel, Melgaço e Curralinho. A presente proposta decorre da constatação de que nestes municípios se faz inexistente espaços de divulgação e apresentação de audiovisuais para as comunidades periféricas e ribeirinhas, sobretudo quando se trata de acesso a documentários e filmes que tratam sobre o debate étnico-racial, que são importantes ferramentas para o combate ao racismo seja nas escolas quanto nas instituições de nível superior. Portanto, temos como objetivo principal promover uma educação antirracista a partir da utilização das várias formas de audiovisual, dentre os quais destacam-se documentários, filmes, músicas e fotografias a fim de proporcionar momentos de reflexão sobre a nossa ancestralidade negra e indígena, bem como a estética e os hábitos decorrentes desta herança que se faz presente, mas que é reconhecida; por consequência dialogar sobre os impactos do racismo na vida de crianças e jovens negros e indígenas. Tais movimentos se realizarão com a intenção primeira de incentivar a criação de grupos de pesquisadores, formado por docentes e discentes de nível superior e médio, que tenham interesse em registrar as histórias antigas e contemporâneas das comunidades negras, quilombolas e indígenas que necessitam ser reconhecidas e fortalecidas em suas existências e resistências na Amazônia paraense. Deste modo, nesta versão, nos centraremos em estudantes das escolas públicas localizadas nas áreas periféricas dos municípios de Breves e Melgaço.