PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE COM E PARA POPULAÇÕES TRADICIONAIS
ODS vinculados
- 3 - Saúde e Bem-Estar
- 4 - Educação de Qualidade
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- 14 - Vida na Água
- 15 - Vida Terrestre
Impacto na Amazônia
- Comunidades Tradicionais – Ações com Povos Indígenas ou Originários
- Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas
Resumo
saúde coletiva representa um campo crucial na intersecção das disciplinas de saúde, caracterizado por sua natureza interdisciplinar e multiprofissional. Este campo não só abrange uma ampla gama de áreas da saúde, conforme delineado por Campos (2002), mas também incorpora a diversidade e peculiaridades regionais, enfatizando a importância de uma compreensão aprofundada das culturas, modos de vida e percepções das populações (Simonian, 2007). Neste contexto, a adoção de uma abordagem de cuidado cultural, conforme proposto por Leininger (1983), que considera as determinações espaciais, torna-se fundamental para a eficácia da atuação técnica em saúde.Objetivo: O projeto visa implementar atividades de educação em saúde em territórios de saúde, trabalhando conjuntamente com e para as populações tradicionais da Amazônia, promovendo uma interação bilateral entre comunidades e instituições de ensino e saúde.As atividades planejadas serão desenvolvidas em colaboração com a Casa de Apoio à Saúde Indígena no Distrito de Icoaraci, em Belém do Pará, e em comunidades quilombolas remanescentes de São José de Icatu. A metodologia adotada inclui um conjunto de estratégias como educação em saúde, desenvolvimento de tecnologias educativas, pesquisa documental, estudo metodológico, e pesquisa-ação. Este enfoque multifacetado visa não apenas a geração de tecnologias educativas adaptadas, mas também a integração plena dos estudantes no processo, desde a pesquisa até a execução das atividades de educação em saúde. Contaremos com a participação ativa de associações de enfermagem, estudantes indígenas e quilombolas.Este esforço visa não apenas atender às necessidades específicas dessas populações, mas também fomentar um debate crítico sobre identidade e saúde, reforçando o impacto social.