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Decolonialidade e família: fissuras em prol das aprendizagens nas comunidades do Bengui.

Unidade
INSTITUTO DE EDUCACAO MATEMATICA E CIENTIFICA
Subunidade
-
Coordenador
ISABEL CRISTINA FRANÇA DOS SANTOS
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 3 - Saúde e Bem-Estar
  • 4 - Educação de Qualidade
  • 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Impacto na Amazônia

  • Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas
  • Comunidades Tradicionais – Ações com Ribeirinhos

Resumo

O projeto Decolonialidade e família: fissuras em prol das aprendizagens nas comunidades do Bengui objetiva discutir como os saberes amazônicos articulam práticas pedagógicas decoloniais que ampliem as aprendizagens de acrianças e jovens que são atendidos no Movimento de Emaús. Muitos desses públicos apresentam dificuldades no que se refere aos processos de alfabetização e letramento. Sendo assim, o presente projeto se lança ao desafio de trazer para cenas educativas os pais/responsáveis. Essa transgressão inicial se faz necessária porque temos uma tradição de que os familiares são convocados às reuniões e muitas vezes são ressaltados mais as limitações e esses sujeitos nem vão. Por outro lado, os educadores criam várias estratégias para ter a família na escola e isso não é muito diferente no Movimento de Emaús. Entretanto, há necessidade de um enfrentamento propositivo, pois as famílias têm saberes que poderiam ser potencializados nos contextos formais e nos informais. Uma dessas inserções solicita temáticas que possam atravessar o imaginário, as vivências do cotidiano e das trajetórias de vida que nas ações formativas fossem trazidas para dialogar com as famílias. Algumas temáticas como alimentação, habitação, saúde, lazer e novas tecnologias digitais são relevantes e atravessam os diferentes contextos, sujeitos e podem ter desdobramentos nas práticas pedagógicas. O cérebro é desafiado de maneira propositiva. Além disso, cria espaço de valorização das identidades, tendo em vista que há família dos mais diferentes espaços periféricos, profissionais, algumas são de comunidades ribeirinhas e quilombolas que migraram para o bairro do Bengui diante das necessidades de trabalho e moradia na metrópole da Amazônia paraense (Belém).