Empreendedorismo ribeirinho e bioeconomia para o desenvolvimento sustentável na Amazônia.
ODS vinculados
- 4 - Educação de Qualidade
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- 14 - Vida na Água
- 15 - Vida Terrestre
Impacto na Amazônia
- Comunidades Tradicionais – Ações com Ribeirinhos
- Biodiversidade e Bioeconomia – Conservação Ambiental
- Biodiversidade e Bioeconomia – Meio Ambiente
- Biodiversidade e Bioeconomia – Cadeias Produtivas
- Mudanças Climáticas – Mudanças Climáticas
- Mudanças Climáticas – Sustentabilidade
Resumo
Com as atuais demandas ambientais, principalmente relacionadas às mudanças climáticas, ampliam-se os debates quanto ao desenvolvimento de um modelo econômico mais sustentável e resiliente. Nesse contexto, a Bioeconomia surge como uma alternativa promissora, com foco na utilização de recursos naturais renováveis para o fortalecimento de cadeias produtivas, que visem o aumento na geração de renda local e a conservação ambiental. A região amazônica, a partir de sua rica biodiversidade, apresenta um alto potencial econômico, considerando a variedade de espécies vegetais que são exploradas. A exemplo da palmeira de miriti, cuja atividade contribui significativamente para a renda de muitas famílias, especialmente por meio da venda de artefatos confeccionados a partir das folhas dessa palmeira, como os produtos cesteiros e brinquedos de miriti. No entanto, essa atividade ainda proporciona uma baixa geração de renda para as comunidades locais. Diante disso, a bioeconomia se apresenta como uma forma de fomentar o desenvolvimento socioeconômico na Amazônia, através do uso racional dos recursos naturais. Uma questão de alta relevância, principalmente em debates relacionados a 30ª Conferência das Partes (COP), que será sediada na cidade de Belém/PA em 2025, tendo como um dos pilares a inovação e os recursos energéticos na região. Desse modo, é fundamental o papel da Universidade atuando em estratégias colaborativas, a partir do fomento à formação profissional da comunidade em geral, juntamente com a criação de novas tecnologias aplicadas à Engenharia, sendo capaz de gerar emprego, renda e melhores condições às comunidades locais. Contribuindo para o fortalecimento de cadeias produtivas e o crescimento da economia local, voltadas para o desenvolvimento socioeconômico na Amazônia.