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MATEMÁTICA VIVA ITINERANTE - MAVI

Unidade
INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCACAO
Subunidade
-
Coordenador
IZA HELENA TRAVASSOS FERRAZ DE ARAUJO
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 4 - Educação de Qualidade
  • 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Resumo

Em Belém, cotidianamente, centenas de estudantes navegam pelos rios da Amazônia com destino à uma escola pública, para obterem uma educação formal, básica e comum. Estas crianças e adolescentes são, em sua maioria, filhos de pescadores, pequenos agricultores e extrativistas, moradores das ilhas que cercam a capital e têm a escola como único espaço para o acesso ao saber sistematizado. Porém, devido às dificuldades enfrentadas nas ilhas, estes estudantes não têm acesso a diferentes formas de divulgações científicas proporcionadas por museus, laboratórios e outros espaços educativos, científicos e culturais. Com este projeto, pretende-se democratizar o acesso desses estudantes a uma Matemática viva, lúdica e instigante, conectada com as ciências da natureza e suas tecnologias. Pretende-se ainda, desenvolver uma forma sistemática de popularização da Matemática entre estudantes da educação básica, de forma itinerante, de modo a contribuir com a superação de uma percepção negativa sobre esta ciência e melhorar sua compreensão. Para alcançar estes objetivos, propõe-se a realização de exposições matemáticas itinerantes, jogos e oficinas temáticas. As atividades serão realizadas nas escolas situadas nas ilhas de Outeiro, Cotijuba, Jutuba, Paquetá e Combu, por meio de parceria com docentes e gestores da Escola Bosque e da Escola Municipal Milton Monte. Os mediadores das atividades serão estudantes de graduação do campus Belém, em especial, das licenciaturas em Pedagogia e Matemática. A proposta pauta-se em experiências locais e nacionais na popularização das ciências e ações extensionistas (Alves et al, 2020; Borges et al, 2023; Brabo et al, 2023; Colli e Raphael, 2015; Pará e Dantas, 2022) e numa perspectiva crítica da Educação Matemática (D`Ambrosio, 2002; Giardinetto, 2010).