Saberes e Ensinamentos das Ervas Medicinais como Formas de Resistência em Comunidades Tradicionais da/na Amazônia Tocantina (PA): Traçando Caminhos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS)
ODS vinculados
- 3 - Saúde e Bem-Estar
Impacto na Amazônia
- Comunidades Tradicionais – Ações com Povos Indígenas ou Originários
- Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas
Resumo
A presente proposta visa analisar vivências, experiências cotidianas, formas de resistências e tipos de relações que populações indígenas e quilombolas, da/na Amazônia Tocantina (PA) estabelecem com a medicina formal (moderna) e como são vistas, atualmente, por esta arte científica, na intenção de contribuir com propostas de políticas públicas de melhorias educacionais e de atenção primária à saúde. Assim como, registrar formas de manejo, técnicas de coleta e composição de remédios feitos a partir de ervas e plantas medicinais, que ao serem internalizadas entre essas populações, demarcam muito de suas características identitárias. Busca-se desta forma, contribuir com as políticas públicas voltadas para o fortalecimento, cultural com repercussão na afirmação identitária, melhorias educacional e econômica de tais populações, traçando caminhos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS). Metodologicamente busca-se auxílio teórico em estudos de autores que abordam a temática em estudo, entre os quais destacam-se principalmente: S. Pinto (2018), Pinto (2014; 2010), Carneiro e Vilela, (2002), Portelli (1997), P. Thompson (1992), Cunha (2012), além de outros. Tem-se como locus de estudo as comunidades indígenas Assurini do Trocará, no Município de Tucuruí; Anambé no Município de Moju e as comunidade quilombolas de Igarapé Preto e Bailique, no Município de Oeiras do Pará; Calados e Umarizal no município de Baião, além de Tomásia e Bom Fim, no Município de Cametá. A proposta está prevista para ser executada de agosto de 2025 a julho de 2028.