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Atividades ecopedagógicas para a conservação da biodiversidade: o caso do gato-maracajá (Leopardus wiedii)

Unidade
CAMPUS UNIVERSITARIO DE ALTAMIRA
Subunidade
-
Coordenador
VALERIA DOS SANTOS MORAES ORNELLAS
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 4 - Educação de Qualidade
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Impacto na Amazônia

  • Comunidades Tradicionais – Ações com Ribeirinhos
  • Biodiversidade e Bioeconomia – Conservação Ambiental
  • Mudanças Climáticas – Sustentabilidade
  • Mudanças Climáticas – Monitoramento do Clima

Resumo

As dinâmicas de coexistência das espécies em comunidades naturais estão sujeitas a mudanças evolutivas rápidas. Por esse motivo, a participação de populações humanas em assembleias florestais, expressando coadaptação com o meio, como alguns povos e comunidades tradicionais, tem sido objeto de estudos ecológicos, culturais e socioambientais. Sendo assim, pretende-se contribuir com a sustentabilidade da Amazônia, propondo a extensão de pesquisas a comunidades tradicionais por meio de um monitoramento participativo de uma espécie da fauna silvestre em particular, o gato-maracajá (Leopardus wiedii). O monitoramento dará embasamento a práticas ecopedagógicas em torno da conservação desse felino, partindo da auto-observação dos próprios moradores em processos ecológicos do solo e da floreta, que envolvem a história de vida da espécie. Será selecionada uma comunidade de extrativistas da floresta amazônica paraense, onde o/a bolsista desenvolverá estudos de etnoecologia e inventário participativo, envolvendo conversas informais com membros da sua comunidade. O/a bolsista será um dos discentes do curso de Licenciatura em Etnodesenvolvimento, o qual tenha pertencimento ribeirinho e/ou extrativista. Com base nos resultados das conversas informais, se organizarão: i) roda de conversa com jovens e adultos em torno do gato-maracajá (L. wiedii); ii) duas atividades ecopedagógicas com crianças, na escola da comunidade. Pretende-se, a partir de tais ações coletivas, contribuir com a melhoria da qualidade de vida de comunidades extrativistas através da manutenção de serviços ambientais da floresta.