PROMOÇÃO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE COMO PREVENÇÃO PRIMÁRIA DAS PRINCIPAIS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NAS COMUNIDADES DE BELÉM DO PARÁ E REGIÕES ADJACENTES
ODS vinculados
- 3 - Saúde e Bem-Estar
- 4 - Educação de Qualidade
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
Resumo
Doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são aquelas que se desenvolvem ao
longo da vida, muitas vezes de forma lenta, silenciosa e sem apresentar sintomas, mas que
comprometem bastante a qualidade de vida e oferecem grave risco ao indivíduo. Entre as
principais DCNT estão: doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas (doença
pulmonar obstrutiva crônica, asma, rinite), hipertensão, câncer, diabetes e doenças
metabólicas (obesidade, diabetes, dislipidemia). Segundo dados da Organização Mundial de
Saúde, as DCNT são responsáveis por 63% das mortes no mundo. No Brasil, são a causa de
74% dos óbitos (BRASIL, 2022). Nesse sentido, o projeto de extensão visa promover
educação em saúde como prevenção primária a essas enfermidades, a fim de que a qualidade
de vida das comunidades de Belém e regiões adjacentes possa melhorar, tal qual os índices de
morbimortalidade. No fim, haverá contribuição para mitigar o adoecimento evitável, assim
como os gastos e superlotação que o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro apresenta
atualmente.
longo da vida, muitas vezes de forma lenta, silenciosa e sem apresentar sintomas, mas que
comprometem bastante a qualidade de vida e oferecem grave risco ao indivíduo. Entre as
principais DCNT estão: doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas (doença
pulmonar obstrutiva crônica, asma, rinite), hipertensão, câncer, diabetes e doenças
metabólicas (obesidade, diabetes, dislipidemia). Segundo dados da Organização Mundial de
Saúde, as DCNT são responsáveis por 63% das mortes no mundo. No Brasil, são a causa de
74% dos óbitos (BRASIL, 2022). Nesse sentido, o projeto de extensão visa promover
educação em saúde como prevenção primária a essas enfermidades, a fim de que a qualidade
de vida das comunidades de Belém e regiões adjacentes possa melhorar, tal qual os índices de
morbimortalidade. No fim, haverá contribuição para mitigar o adoecimento evitável, assim
como os gastos e superlotação que o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro apresenta
atualmente.