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TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL EM PACIENTES COM RISCO NUTRICIONAL NO PRÉ-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS GASTROINTESTINAIS ELETIVAS: UMA ESTRATÉGIA PARA REDUÇÃO DO TEMPO DE PERMANÊNCIA HOSPITALAR

Unidade
HOSPITAL UNIVERSITARIO JOAO DE BARROS BARRETO
Subunidade
-
Coordenador
ANA LUCIA ROCHA FAILLACE
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 2 - Fome Zero e Agricultura Sustentável
  • 3 - Saúde e Bem-Estar
  • 4 - Educação de Qualidade

Resumo

A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 63/6 de Julho de 2000 – ANVISA, conceitua Nutrição Enteral (NE) como “alimento para fins especiais, com ingestão controlada de nutrientes, na forma isolada ou combinada, de composição definida ou estimada, especialmente formulada e elaborada para uso por sondas ou via oral, industrializado ou não, utilizada exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou manutenção dos tecidos, órgãos ou sistemas”; além de conceituar Terapia de Nutrição Enteral (TNE) via cateter enteral e via oral (TNO) como “conjunto de procedimentos terapêuticos para manutenção ou recuperação do estado nutricional do paciente por meio de NE”. Dos pacientes admitidos em hospital, 50% podem estar malnutridos e outros 25% a 30% ficam desnutridos durante a sua permanência. Para isso, existem vários protocolos de avaliação do risco nutricional para serem utilizados nesses pacientes em risco nutricional, como a Nutritional Risk Screening (NRS 2002), também com indicação para procedimentos cirúrgicos nos serviços especializados de cirurgias gastrointestinais. Esta avaliação se utilizada no pré operatório irá demonstrar o risco nutricional, que indica necessidade TNE/TNO, podendo reduzir o tempo de permanência hospitalar. A importância do projeto de extensão para o discente se dá pelo processo de formação e construção de conhecimentos, sendo o universitário o protagonista de sua formação técnica para obtenção de competências necessárias à atuação profissional, levando-o a sair da estratégia de ensino-transmissão para a estratégia de ensino-aplicação.