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“FILHOS DA ÁFRICA”: EXPERIÊNCIAS SOCIAIS, INTERCÂMBIOS INTERNACIONAIS E DECOLONIALIDADE – OS ESTUDANTES ESTRANGEIROS E QUILOMBOLAS NA UFPA.

Unidade
INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
Subunidade
-
Coordenador
WILLIAM GAIA FARIAS
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 4 - Educação de Qualidade
  • 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Impacto na Amazônia

  • Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas

Resumo

O projeto objetiva articular informações e saberes de estudantes estrangeiros e quilombolas paraenses em situação de intercâmbio na UFPA. O intento é investir na promoção de reencontros dos “Filhos da África” que em diferentes temporalidades, motivações, experiências e conjunturas construíram vínculos com a Amazônia. A ideia do projeto ocorreu nos momentos de organização de eventos ocorridos no Centro de Internacionalização - CI, quando percebemos forte presença de remanescentes de quilombos e de estudantes estrangeiros, sendo a maioria oriunda de diferentes países e regiões da África subsaariana e de descendentes de africanos de vários países da América Latina. Portanto, mesmo havendo atividades voltadas aos grupos de estudantes negros com diferentes trajetórias, não há integração e interações expressivas capazes de articular trocas de experiências sociais e saberes de sujeitos em diferentes temporalidades e pautado na ancestralidade. Assim, como questão norteadora das atividades, destacamos a troca de experiências e as expectativas de estudantes estrangeiros e quilombolas no ambiente de formação universitária tanto em atividades curriculares, como nos eventos de formação complementar extraclasse. Esta iniciativa procura alavancar debates sobre direitos, pertencimentos, identidades, ancestralidades e decolonialidade, articulando e promovendo a extensão a partir de atividades de ensino e, de pesquisas básicas voltadas a produção de uma base de dados integrada que permita eficiência no uso das informações na própria instituição que atualmente não conta com a integração de dados qualitativos e quantitativos dos “Filhos da África” e suas trajetórias, seja na condição de alunos estrangeiros ou quilombolas, visto que ingressam por diferentes meios e tipo de vínculos.