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Neuroatípico na Escola: Práticas Educativas para o Estímulo à Identificação Precoce do Transtorno do Espectro Autista e à Adoção de Abordagens Educacionais Inclusivas nos Centros de Ensino do Município de Altamira, Pará

Unidade
CAMPUS UNIVERSITARIO DE ALTAMIRA
Subunidade
-
Coordenador
MARCIA SOCORRO SILVA LIMA DUARTE
Período
a
Grupo
Extensão

ODS vinculados

  • 3 - Saúde e Bem-Estar
  • 4 - Educação de Qualidade
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis

Resumo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno neurológico do desenvolvimento, que causa desordens cognitivas, motoras, sensoriais, linguísticas e sociais no indivíduo dentro do espectro. Embora tenha pesquisas e diagnósticos crescentes à nível mundial e no Brasil, os autistas sofrem com a disseminação de informações incorretas, o que leva ao preconceito e à consequente segregação social juntamente com a falta de garantia dos direitos dessa comunidade. Ademais, além da carência de disseminação de informações sobre o TEA, principalmente no meio educacional, é notória a existência da necessidade de fomentar o preparo dos profissionais da educação para detecção precoce do TEA e suporte no contexto estudantil, além da orientação da família e da comunicação com os profissionais de saúde. Nesse contexto, o objetivo do projeto é ampliar o conhecimento da comunidade do âmbito escolar no município de Altamira, Pará sobre o TEA. Para atingir tais propósitos, o projeto se dará a partir da promoção de práticas educativas com os profissionais da equipe multidisciplinar educacional e com os discentes das instituições públicas e privadas de ensino infantil, fundamental e médio do município em questão. Com essas ações, espera-se aprimorar o conhecimento e as habilidades de comunicação dos discentes envolvidos, bem como promover a disseminação de informações pertinentes e consequente aumento da discussão sobre o TEA na região, o que, por consequência, trará avanços para a promoção de espaços inclusivos para o autista nas escolas, além de trazer à tona seus direitos no Sistema Único de Saúde e na sociedade em geral. Tais resultados são esperados a partir sobretudo da capacitação da equipe escolar e do estímulo à melhora na interação entre alunos neurotípicos e autistas.