Inovação Sociotécnica em Sistemas Agroalimentares do Baixo Tocantins - PA
ODS vinculados
- 4 - Educação de Qualidade
- 5 - Igualdade de Gênero
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- 14 - Vida na Água
- 15 - Vida Terrestre
Impacto na Amazônia
- Comunidades Tradicionais – Ações com Quilombolas
- Biodiversidade e Bioeconomia – Cadeias Produtivas
- Mudanças Climáticas – Sustentabilidade
Resumo
O projeto privilegia a construção de Teias de Inovação Agroecológica e o Desenvolvimento de Sistemas Agroalimentares a partir do estudo de experiências promissoras e intercâmbios entre os agricultores familiares. A formação de agentes de intervenção social (AGIS) visando o desenvolvimento de sistemas de produção agroecológicos e a inserção da produção no mercado baseada em circuitos curtos de comercialização é o grande desafio, além do estímulo à da segurança alimentar e nutricional a partir da produção orgânica e agroecológica. O projeto leva em conta a formação dos filhos dos agricultores com base no paradigma da agroecologia e a participação das mulheres na construção de tecnologias apropriadas para a agricultura familiar. O projeto está articulado em torno de quatro eixos: 1) Estudo e sistematização das inovações agroecológicas; 2) Teias de aprendizagens sociotécnicas das inovações agroecológicas; 3) Formação de agentes de intervenção social; 4) Apoio à construção de mercados agroecológicos, economia solidária e segurança alimentar e nutricional. Para levar a cabo tais eixos o projeto realizará: a) ações cuja ênfase está na parceria com as organizações da agricultura familiar, instituições governamentais e ONGs de apoio ao desenvolvimento a partir da identificação das inovações conduzidas pelos agricultores familiares e desenvolvimento de ações-testes baseadas na pesquisa-ação-participativa, envolvendo técnicos da extensão rural, pescadores, quilombolas e agroextrativistas; b) cursos de capacitação, oficinas e jornadas pedagógicas visando contribuir na formação de jovens agricultores como agentes multiplicadores em nível local, além da valorização das experiências de empreendimentos familiares para a geração de renda, desenvolvidas por grupos de mulheres das comunidades envolvidas; c) curso de Especialização para formar Agentes de Intervenção Social e; d) ações de consolidação do GEDAF (Grupo de Estudos sobre a Diversidade da Agricultura Familiar) no campo da construção do conhecimento agroecológico e da sustentabilidade dos agroecossistemas na área de abrangência da proposta.