Bacias Hidrográficas Amazônicas: dinâmica e avaliação da sustentabilidade hidroambiental
ODS vinculados
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- 14 - Vida na Água
- 15 - Vida Terrestre
Impacto na Amazônia
- Biodiversidade e Bioeconomia – Meio Ambiente
- Mudanças Climáticas – Sustentabilidade
Resumo
A proposição de contemplar neste Projeto os trabalhos desenvolvidos pelo Grupo de Pesquisa de Estudos e Modelagem Hidroambientais (espelho: dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/8863153297095642) dar-se pela demanda de ter um instrumento de subsídio para solicitação de bolsas junto às agências de fomento (para os discentes vinculados aos docentes que fazem parte do mesmo), assim como agregar os trabalhos que não são vinculados a projetos específicos, em uma única proposta, compondo assim um quadro produtivo que fortalece a discussão sobre os mais diversos aspectos relacionados as bacias hidrográficas Amazônicas, contemplando as águas superficiais, subterrâneas e atmosféricas, em seus ambientes natural e antropizado. A bacia hidrográfica do Rio Amazonas abrange mais de 6.100.000 km², ou 44% da área terrestre da América do Sul continente, estendendo-se pela Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela. Em geral, o rio Amazonas transporta uma média de 600 a 800 milhões de toneladas de sedimentos anualmente. Dentre os principais problemas ambientais existentes, destacam-se: as pressões antrópicas, devido à expansão de atividades humanas; perdas de solo por erosão; mudanças no ciclo hidrológico associadas as alterações do clima global; conflitos pelo uso das águas; poluição das águas e degradação da qualidade. Desta forma, este projeto busca integrar os diversos trabalhos elaborados para discutir a complexidade da paisagem Amazônia nas suas variadas escalas relativas aos fatores temporais e espaciais, entendendo a natureza das perguntas feitas por diferentes áreas do conhecimento (considerando principalmente associação entre Geociências e Ciências Ambientais), de forma a ter mais subsídio para análise das consequências dos eventos extremos do clima na região, dos impulsionadores das mudanças do uso da terra e a obter o melhor escopo de soluções e alternativas para os múltiplas usos das águas e ameaças que a Amazônia está enfrentando.