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Procedimentos de correção de erro na intervenção analítico- comportamental ao TEA: aspectos práticos e teóricos

Unidade
INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS
Subunidade
FACULDADE DE PSICOLOGIA
Coordenador
TATIANA EVANDRO MONTEIRO MARTINS SANTOS
Período
2024-01-30 a 2025-12-31
Grupo
Pesquisa

ODS vinculados

  • 4 - Educação de Qualidade

Resumo

Em contextos típicos de aprendizagem, é comum o aprendiz emitir respostas corretas e incorretas. Neste caso, para respostas corretas é apresentado um estímulo com possível função reforçadora. Já para respostas incorretas, procedimentos de correção de erros são apresentados (Duarte et al., 2018). Procedimentos de correção de erros caracterizam-se por estratégias que são implementadas após uma resposta incorreta e que aumentam a probabilidade de uma resposta correta vir a ocorrer em tentativas subsequentes (Bennet & Cavanaugh, 1998; Duarte et al., 2018). É considerado um componente da instrução e, como mencionado, tem um impacto direto na taxa de respostas corretas do aluno e no tempo gasto durante a instrução (Carroll et al., 2015; McGhan & Lerman, 2013; Rodgers & Iwata, 1991; Worsdell et al., 2005). É possível encontrar diferentes tipos de procedimentos de correção de erros descritos na literatura da área. Nesse sentido, analistas do comportamento têm buscado, nos últimos anos, compreender os efeitos de diferentes procedimentos de correção de erros, o fator idiossincrático que o envolve e como tais variações podem afetar tanto no desempenho do aprendiz com TEA. Assim sendo, com o aumento de casos de TEA (Sevilla, et al., 2013) e a urgência de intervenções precoces, torna-se cada vez mais importante o treinamento e informações adequadas que permitam dar acesso a essa população a estratégias de intervenção efetivas e eficazes logo nos anos iniciais de vida do indivíduo. Contudo, muitos profissionais podem não ter recebido treinamento suficiente para implementação de uma aplicação efetiva (Love, 2013). Visando melhorias nas estratégias de treinamento de profissionais, analistas do comportamento ao longo dos anos têm buscado desenvolver métodos de ensino voltados para o treinamento de pessoas para atuarem na área de intervenção ao TEA, sejam eles pais, cuidadores ou profissionais.