METALOGÊNESE ASSOCIADA AO VULCANO-PLUTONISMO PROTEROZOICO DO CRÁTON AMAZÔNICO
ODS vinculados
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
Resumo
O projeto de pesquisa aqui apresentado revela a experiência adquirida pelo proponente no estudo multifocado do excepcionalmente bem preservado vulcano-plutonismo paleoproterozoico do Cráton Amazônico e suas implicações, bem como mostra as suas parcerias científicas consolidadas na Universidade de São Paulo, onde faz parte do Grupo de Pesquisa Interação fluído-rocha e alteração hidrotermal em processos petrogenéticos e metalogenéticos, liderado e coordenado pelo Prof. Caetano Juliani (IGcUSP), e na Universidade Federal do Pará (IG-UFPA), onde lidera o Grupo de Pesquisa em Vulcanismo e Metalogênese associada. Esta pesquisa está inserida no Programa de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica (PPGG) da UFPA, inicialmente voltada para orientação de Mestrados e Doutorados dentro da linha de Evolução Crustal e Metalogênese. O objetivo do projeto é integrar e discutir diferentes informações geológicas obtidas para as várias ocorrências correlatas a esse vulcano-plutonismo no Cráton Amazônico, propiciando a elucidação de parte da relação entre as mineralizações já reconhecidas com este importante, amplo e potencialmente econômico evento magmático que recobre aproximadamente 1.500.000 km2 do cráton. Além disso, a elaboração de modelagens genéticas consistentes e lógicas de depósitos minerais permitem e subsidiam estudos exploratórios mais aprofundados e frutíferos por parte das empresas de mineração que tenham interesse na região Amazônica, sobretudo em suas porções promissoras e que ainda não mereceram pesquisas minerais. Assim, os resultados contribuirão para a evolução do conhecimento em, pelo menos, duas áreas na Amazônia; bem como auxiliarão na consolidação desta linha de pesquisa no IG-UFPA com formação de recursos humanos capacitados na graduação e pós-graduação para a caracterização estratigráfica, mineralógica, metalogenética e petrogenética desse megaevento magmático, haja vista que estudos sistemáticos nesta temática são mais difundidos no sulsudeste do Brasil; na região Andina; no oeste da América do Norte e na Europa.