Práticas decoloniais no Movimento República de Emaús: famílias e educadores em prol da autonomia de crianças e jovens
ODS vinculados
- 4 - Educação de Qualidade
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
Resumo
O projeto objetiva analisar de que maneira os modos de ser, sentir e existir das comunidades podem agregar nas relações afetivas e educativas envolvendo pais, responsáveis, educadores do Movimento República de Emaús e futuros alfabetizadores de maneira interdisciplinar. Nesse direcionamento, a mobilização de líderes comunitários com articulações às ações do Movimento, sendo que alguns deles integram o grupo de pais e/ou responsáveis e que incidem pouco no âmbito escolar. Por isso, o Movimento de Emaús pode ser um território estratégico no sentido de potencializar os níveis de aprendizagens dos educandos. No âmbito da formação inicial, a investigação cria espaço para que os futuros alfabetizadores experienciem desafios de trabalhar aspectos da alfabetização e letramento, em especial, com crianças e jovens que ainda estão sentindo os reflexos dos quase 2 anos e meio de implicaturas da pandemia. Tais públicos são atendidos em formato de rodízio no Movimento de Emaús em salas ambientes (teatro, futebol, dança,..) e que podem se articular ao acompanhamento dos processos de ensino e aprendizagem. Assim, a metodologia pauta-se na observação participante considerando que os movimentos acontecerão em formato de oficinas e minicursos coordenadas por sujeitos múltiplos em função das suas experiências nas comunidades e no Movimento de Emaús. Convocação de pais/responsáveis, educadores do Movimento, licenciandos, representantes comunitários e formadores da UFPA, conforme suas formações interdisciplinares. Dessa maneira, os encontros acontecerão no Movimento, nas escolas, igrejas, centros comunitários, etc. para planejamentos mensais ou bimestrais e assessoramentos no espaço da biblioteca do Movimento às turmas que forem selecionadas pelas escolas como as com baixas apendizagens.