Avaliação do uso de um aplicativo móvel como auxiliador no treino cognitivo de idosos diagnosticados com a Doença de Alzheimer e com idosos com declínio cognitivo
ODS vinculados
- 3 - Saúde e Bem-Estar
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
- 14 - Vida na Água
- 15 - Vida Terrestre
Impacto na Amazônia
- Biodiversidade e Bioeconomia – Meio Ambiente
Resumo
Nos últimos anos, o uso de tecnologias como recurso para diagnosticar, tratar, reabilitar e prevenir aspectos relacionados à saúde tem crescido e se aprimorado. Desde dispositivos conhecidos como wereables ou tecnologia vestível, aplicativos, sensores, entre outros, tem ajudado diversos profissionais da saúde a desenvolverem o seu trabalho, inclusive auxiliando na tomada de decisão. O uso de aplicativos móveis para a realização da reabilitação cognitiva de idosos tem sido uma tendência (CABRAL et al, 2016). Devido a sua praticidade, portabilidade e o fácil uso pela população idosa, tem sido uma ferramenta importante, tanto para profissionais que lidam com esta população quanto para os familiares que buscam alternativas para melhorar a qualidade de vida do idoso, além de manter a sua autonomia (CRUZ et al, 2013). De acordo com Ben-Sadoun et al, (2018), a hipótese do enriquecimento cognitivo tem sido um eficiente tratamento não farmacológico que inclui estimulação cognitiva, atividades físicas, engajamento social, emoções positivas e redução da angústia fisiológica. Assim, o uso de jogos como recurso de enriquecimento ambiental, baseado em intervenções com o estímulo em múltiplos domínios é relativamente recente. Principalmente em se tratando de vídeo games, o uso deste recurso é conhecido por ser intrinsecamente divertido e que pode estimular aspectos cognitivos, sociais, além do estímulo à plasticidade neuronal (CABRAL et al, 2016).