← Voltar

Análise da relação entre ângulo de fase, desempenho motor e independência funcional em indivíduos com Síndrome de Down

Unidade
INSTITUTO DE CIENCIAS DA EDUCACAO
Subunidade
FACULDADE DE EDUCACAO FISICA
Coordenador
ANSELMO DE ATHAYDE COSTA E SILVA
Período
2025-08-01 a 2026-07-30
Grupo
Pesquisa

ODS vinculados

  • 3 - Saúde e Bem-Estar

Resumo

Existem atualmente no Brasil por volta de 270 mil pessoas com Síndrome de Down (SD) no Brasil, numa proporção de 1 a cada 700 nascimentos. A síndrome é caracterizada por alterações de fenótipo que variam em alterações cognitivas, cardíacas e motoras entre outras e, pode levar a uma série de consequências à saúde do indivíduo, como as alterações de composição corporal, por exemplo. Pessoas com SD tendem a ter maiores níveis de gordura corporal e apresentam risco aumentado para prevalência de obesidade. Estes fatores evidenciam a importância da avaliação de composição corporal nesta população. Neste sentido a bioimpedância elétrica é uma técnica de avaliação da composição corporal de baixo custo e amplo acesso em comparação com as técnicas padrão ouro. Nesta técnica, uma corrente de baixa amperagem passa pelo corpo e é captada pelos polos negativo e positivo do aparelho, que registra os valores de resistência, reactancia, impedância e ângulo de fase. O ângulo de fase, vem sendo utilizado na literatura como medida de integridade da membrana celular e, portanto é conhecido como indicador de qualidade da massa magra. Alguns estudos têm apresentado o ângulo de fase como um preditor do desempenho funcional em outras populações, como idosos por exemplo. Embora existam investigações avaliando ângulo de fase por bioimpedância elétrica em pessoas com SD, até o momento não há investigações sobre a relação entre ângulo de fase, desempenho motor e independência funcional em indivíduos com síndrome de Down. Nossa hipótese é de que o ângulo de fase pode ser um preditor do desempenho motor e da independência funcional nos sujeitos com SD. Para isso, vamos avaliar 60 sujeitos de ambos os sexos com SD, por meio da bioimpedância elétrica, testes de desempenho motor e medida de independência funcional. Adicionalmente vamos avaliar os parâmetros nutricionais e cognitivos da amostra, para melhor explicar as relações observadas.