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ECONOMIA AMBIENTAL E O GERENCIAMENTO DE RISCOS CLIMÁTICOS NA AMAZÔNIA

Unidade
CAMPUS UNIVERSITARIO DE TUCURUI
Subunidade
FACULDADE DE ENGENHARIA SANITARIA E AMBIENTAL - TUCURUI
Coordenador
CARLOS EDUARDO AGUIAR DE SOUZA COSTA
Período
2024-05-03 a 2025-08-31
Grupo
Pesquisa

ODS vinculados

  • 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
  • 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
  • 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
  • 14 - Vida na Água
  • 15 - Vida Terrestre

Impacto na Amazônia

  • Biodiversidade e Bioeconomia – Meio Ambiente
  • Políticas Públicas – Apoio à Formulação
  • Mudanças Climáticas – Sustentabilidade

Resumo

Desde a proposta de desenvolvimento sustentável de Bruntland, em 1987, no relatório “Nosso Futuro Comum” à Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, muitas estratégias e medidas de apoio ao processo de desenvolvimento sustentável foram desenvolvidas. O desenvolvimento de uma economia sustentável requer infraestruturas significativas e os esforços de todas as pessoas de uma determinada região. Em junho de 1992, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento foi realizada no Rio de Janeiro. Um dos principais resultados desta cimeira foi a “Agenda 21”, que é amplamente considerada como o plano de ação ambiental para manter um desenvolvimento sustentável latente. Da mesma forma, o aquecimento global despertou a atenção do mundo. As alterações climáticas exerceram um impacto óbvio e de longo alcance nos sistemas ecológicos e socioeconômicos da Terra, tais como a subida do nível do mar e a subsidência de terras, ameaçando diretamente o ambiente de vida da humanidade e o desenvolvimento social e econômico sustentável. Isto tem sido particularmente notável nas últimas quatro décadas, quando o sistema climático da Terra sofreu uma mudança notável caracterizada principalmente pelo aquecimento global e impactando diretamente em práticas de economia ambiental e planejamento urbano.