ENTRE RIOS E RUAS, FLORESTAS, BICHOS E GENTES: SOCIOBIOECONOMIA COMO ESTRATÉGIA AGROECOLÓGICA E URBANOECOLÓGICA DE DESENVOLVIMENTO E SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA ESTUARINA PARÁ/AMAPÁ.
ODS vinculados
- 2 - Fome Zero e Agricultura Sustentável
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
Impacto na Amazônia
- Biodiversidade e Bioeconomia – Cadeias Produtivas
Resumo
Em um quadro síntese de nossa pesquisa, este projeto (2025-2027), como o anterior (2023-2024), são partes do Programa NADESA II (2023-2030), onde vimos acompanhando os sistemas e subsistemas do primeiro, segundo e terceiro projetos e os qualificamos e quantificamos com mais precisões, informações e robustezas, a cada etapa seguinte, em cada uma das dimensões e especificidades já presentes naqueles trabalhos passados, que durou dez anos. Ao todo, então, completaremos, com o atual projeto, são 15 anos de trabalho científico deste coletivo, no Estuário Amazônico (que se somam aos 10 anos de pesquisas anteriores neste território, durante a formação do coordenador do grupo, de 2000 - 2009. A ideia de expor esse trajeto histórico aqui, é demonstrar um sentido de continuidade, sistemismo, dialeticidade, de nossas pesquisas, que já entram no terço final, entorno do estudo específico do Agrário do Amazônico no Estuário, que a partir deste projeto se amplia, também, para o estudo/pesquisa do urbano. Na vontade e esperança de concluir os estudos, pesquisas e comunicações/extensões deste território, entre rios e ruas, florestas, campos e cidades, em meio as diversidades, riquezas e bioriquezas onde vivem os povos estuarinos, suas culturas e toda uma gama de sistemas. Entretanto, vale ressaltar, ainda, que todos os projetos, conforme nosso método e metodologia, fazem um recorte espacial-temporal-processual, colocando um microscópio socioeconômico, sociopolítico e socioambiental na vida das populações camponesas (os pobres do campo), e das populações citadinas (os pobres das periferias urbanas), no sentido de captar as principais dinâmicas econômicas, sociais, políticas e ambientais de determinadas porções territoriais do estuário amazônico, por amostragens estatísticas, específicas, a cada etapa, dada sua vastidão, riqueza. Então num primeiro momento, priorizamos as ilhas/várzeas, agora também serão investigadas as metamorfoses ocorridas nas terras gerais, ou terras firmes. Assim como as cidades, as conexões rurbanas destas: Belém, Cametá, Abaetetuba, Breves, Portel, Oeiras do Pará, Santarém e Óbidos no Pará e Macapá e Mazagão, no Amapá. Assim, serão 10 municípios mais a ideia é nos próximos anos completarmos as investigações em todo o curso do estuário, nos principais e mais importantes municípios, incluindo suas duas capitais (Belém e Macapá), quando completaremos nossos estudos entorno dos principais ciclos econômicos-ecológicos que estão se processando nas três primeiras décadas do séc. XXI.