FORMULAÇÃO DE CIMENTO GEOPOLIMÉRICO DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL PARA APLICAÇÕES EM AMBIENTES COSTEIROS E SALINOS
ODS vinculados
- 9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura
- 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
- 13 - Ação Contra a Mudança Global do Clima
Impacto na Amazônia
- Biodiversidade e Bioeconomia – Meio Ambiente
- Políticas Públicas – Apoio à Formulação
- Mudanças Climáticas – Mudanças Climáticas
Resumo
Resumo Mundialmente, o tipo de cimento mais utilizado é o Portland, material com amplo conhecimento na comunidade científica (DUXSON et al., 2007b; SCRIVENER), um material versátil e com propriedades adequadas para a maioria das aplicações requeridas. No entanto, apesar das inegáveis qualidades desse tipo de cimento, o mesmo apresenta uma elevada emissão de CO2 decorrente da decomposição da calcita e demais processos necessários. Além disso, a fabricação do cimento Portland também consume grande quantidade de energia para fabricação do clínquer, principal componente do deste cimento e, exploração de recursos naturais não renováveis. Em vista desta problemática, uma alternativa excelente seria a utilização de um novo ligante cimentício. Esta alternativa trata-se da produção de cimentos geopoliméricos que dentre alguns vários outros conceitos, denomina-se uma classe de ligante de polímero inorgânico tipicamente sintetizado através de ativação alcalina de precursores de aluminossilicatos, os quais apresentam características cimentícias, boa resistência à alta temperatura e à degradação de ácido, menor impacto ambiental resultante de baixas emissões de dióxido de carbono (CO2). Neste cenário, busca-se estudar e desenvolver uma formulação de cimento geopolimérico, indicado para obras em ambientes costeiros, a partir da utilização de rejeitos industriais (fonte de mineral - PRECURSOR) e uma solução altamente alcalina (Hidróxido de metal alcalino - ATIVADOR).