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CONHECIMENTO E ATITUDES SOBRE CONCUSSÃO EM PARATLETAS DE GOALBALL.

Unidade
INSTITUTO DE CIENCIAS DA SAUDE
Subunidade
FACULDADE DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
Coordenador
MARILIA PASSOS MAGNO E SILVA
Período
- a -
Grupo
Pesquisa

ODS vinculados

  • 3 - Saúde e Bem-Estar

Resumo

O goalball foi criado em 1946, após a Segunda Guerra Mundial, para auxiliar no processo de reabilitação de soldados que perderam a visão. Sua estreia nos Jogos Paralímpicos de Verão foi em Toronto (CAN), em 1976. A modalidade é disputada em dois tempos de 12 minutos cada, com um intervalo de cinco minutos. Todos os jogadores desempenham funções de ataque e defesa. A bola possui um guizo no seu interior para emissão de sons. Por conta dessa variedade de movimentação em quadra, são comuns lesões, entre elas a concussão. Essa lesão resulta de impactos na cabeça, pescoço ou face, que podem afetar o cérebro, causando lesões nos axônios ou alteração no fluxo sanguíneo, levando à inflamação. No goalball, a concussão pode ocorrer em decorrência do choque com a bola, com um companheiro de time durante as posições de defesa, com a trave ou com o chão. Muitos atletas não possuem conhecimento sobre essa lesão e, quando sofrem, não reportam à comissão técnica, dificultando sua identificação e diagnóstico. Atualmente, há poucos estudos que relacionam a concussão com modalidades do paraesporte. Assim, torna-se essencial investigar o conhecimento e as atitudes dos paratletas de goalball sobre a concussão. O objetivo geral da pesquisa é identificar o nível de conhecimento e de atitudes sobre concussão em paratletas de goalball. Para isso, serão utilizados dois instrumentos, um questionário de caracterização da amostra e o questionário Rosenbaum Concussion Knowledge and Attitudes Survey—Student Version (RoCKAS-ST), para avaliar o nível de conhecimento e de atitudes dos paratletas de goalball.