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ASSOCIAÇÃO DA ANSIEDADE E FUNÇÃO DOS MÚSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO NA RESPOSTA SEXUAL FEMININA EM MULHERES COM DOR PÉLVICA CRÔNICA: ESTUDO TRANSVERSAL

Unidade
INSTITUTO DE CIENCIAS DA SAUDE
Subunidade
FACULDADE DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
Coordenador
CIBELE NAZARE CAMARA RODRIGUES
Período
- a -
Grupo
Pesquisa

ODS vinculados

  • 3 - Saúde e Bem-Estar

Resumo

A sexualidade feminina envolve aspectos biológicos, emocionais, psicológicos e sociais, podendo ser diretamente afetada pela ansiedade. Mulheres com maiores níveis de ansiedade apresentam alterações na resposta sexual relacionadas ao desejo, excitação, lubrificação, orgasmo e satisfação sexual, além de maior ocorrência de dispareunia (dor na relação sexual) especialmente em casos de dor pélvica crônica e disfunções do assoalho pélvico . É de amplo conhecimento a importância da fisioterapia no manejo da dor, em especial a dor crônica , a qual é caracterizada por dor persistente na região pélvica por no mínimo seis meses associada a impactos emocionais, físicos e sexuais . Mulheres com DPC frequentemente apresentam alterações dos músculos do assoalho pélvico, como hipertonia e dificuldade de relaxamento muscular, fatores relacionados à dispareunia e redução da satisfação sexual . Além disso, a ansiedade pode aumentar a tensão muscular pélvica e dificultar a resposta sexual feminina, favorecendo a perpetuação da dor e das disfunções sexuais . Dessa forma, compreender a associação entre ansiedade, função dos músculos do assoalho pélvico e resposta sexual feminina em mulheres com dor pélvica crônica é fundamental para o direcionamento e desenvolvimento de abordagens terapêuticas mais assertivas.